31 de ago de 2015

TEMPUS FUGIT: "The Dawn After The Storm" terá versão remasterizada com faixa bônus

(Editor / Redator / Músico)
----------------------------


A banda de rock progressivo sinfônico TEMPUS FUGIT vai relançar o elogiado "The Dawn After The Storm", de 1999, em versão remasterizada e com uma faixa bônus inédita – a instrumental "The Last Day" -, além de dispensar horas a mais em estúdio para compor e ensaiar músicas de um futuro novo registro. Ambos os materiais serão lançados pela Masque Records.

Ainda sem nome definido, o próximo álbum da extensa e vitoriosa carreira da TEMPUS FUGIT deve apenas chegar ao mercado em 2016, afinal, conta o tecladista, vocalista e um dos fundadores da banda, André Mello, tempo e dedicação são necessários para estruturar e testar as idéias, muitas delas complexas. Algumas faixas deste disco - que será o quarto de estúdio, além do ao vivo "Live Official Bootleg Feb 98" - são composições que não entraram no tracklist final de "Chessboard" (2008). “Foi uma simples questão de espaço e escolha de repertório, já que não queríamos um CD com mais de 50 minutos”, ele conta.

Atualmente longe dos palcos, a intenção de Mello, Ary Moura (bateria), Henrique Simões (guitarra) e Marquinhos dos Santos (baixista) é trabalhar as novas e antigas músicas um pouco mais em estúdio para que já sejam executadas nos próximos shows. “Uma turnê, mesmo que pequena, seria o ideal, pois dar continuidade do que fazemos em estúdio ao vivo ajuda a ficarmos mais afiados, e as apresentações ficam mais dinâmicas, mais azeitadas”, ressalta o vocalista/tecladista.

Exigentes em estúdio, perfeccionistas ao vivo, a TEMPUS FUGIT constituiu uma sólida formação, sincronizada o bastante para novas experiências em palco tão espetaculares como a do ProgFest 2000, em Los Angeles, como a única representante da América do Sul, e no Buenos Aires Prog '99, como a banda principal do evento.

Apesar das dificuldades em fazer rock progressivo no Brasil, Mello, Moura e toda a banda continuam esforçados para produzir música que é, acima de tudo, uma paixão. “A Tempus Fugit sempre preservou seu som. O que importa pra nós e mantermos a chama acesa, o respeito aos nossos admiradores e fãs e é principalmente o som que amamos fazer e que nos lança sempre novos desafios de que podemos ir cada vez mais longe com nossas habilidades”, exalta o baterista. E o vocalista/tecladista acrescenta: “É legal fazer parte de universo progressivo, ser um pequeno pedaço dessa bela história musical”.