3 de fevereiro de 2013

[Eu Recomendo] O Heavy Metal dos Anos 90`(1999)

Por Marco Paim
1999


Dream Theater - "Metropolis Part 2: Scenes from a Memory"


Pra mim, uma obra prima. Um dos melhores e mais criativos trabalhos conceituais feitos por uma banda de rock. Eu inclusive o comparo as grandes e clássicas óperas rock como "Tommy" e "Quadrophenia" do The Who, além do grande "The Wall" do Pink Floyd. Um álbum com uma ótima estoria e enredo, acompanhado de uma incrível produção musical e arranjos inspiradíssimos. Talvez, na minha opinião, um momento único na carreira da banda.

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Control Denied "The Fragile Art of Existence"

Espetacular! Este álbum nos apresenta umaoutra faceta de Chuck Schuldiner, desta vez flertando muito com o novíssimo prog metal, mas com muita influência do death e black metal e algumas "chupadas" da banda Caccophony. Destaques obviamente para os incríveis arranjos de guitarras de Chuck Shannon Hamm e potente e belíssima voz de Tim Aymar.
um álbum para ser apreciado em sua totalidade! Mas "Breaking the Broken" é demais!!


Grave Digger - "Excalibur" 

Este ótimo álbum da banda alemã Grave Digger está recheado com os riffs ásperos, pesados e rápidos que fizeram a hstória da banda. Como sugere o nome do álbum, conta a história da lendária espada Excalibur e do Rei Arhur em ótimas composições e produção impecável, emplacando grandes clássicos como "Pendragon", "Excalibur", "Morgana Le Fay" e "Lancelot".


Primal Fear - "Jaws of Death"

Este é o primeiro álbum de uma das melhores bandas de heavy/power metal do planeta. Os alemães já chagaram arrebentando tudo com riff poderosos e refrões marcantes. Também não é por menos, a banda conta com um dos melhores vocalistas do metal alemão, o ex-Gamma Ray, Ralf Sheepers.
Destaques: "Final Embrance", "Church of Blood", "Under Your Spell", "Play to Kill" e o ótimo cover do Rainbow "Kill the King".

 
Black Label Society - "Sonic Brew"

Este é o primeiro registro da banda de Zakk Wylde, conhecido por tocar ao lado da lenda Ozzy Osbourne. Neste álbum ele traz todo o peso e técnica que o consagrou, mas com  um estilo bem mais cru e pesado que a carreira com  Ozzy, e com muita pegada do grunge estilo Alice in Chains e Soundgarden. Alem disso, ele também ataca de vocalista no BLS, e não deixa a desejar, muito pelo contrário, seu feeling e timbre até impressiona, embora se veja muita influência do Madman.
Um ótimo álbum e que rendeu ótimos frutos, tanto que a banda está aí, firme e forte, até hoje.
Destaques para os sons: "Bored to Tears", "Born to Lose", "Low Down", a grande performance ao violão em "T.A.Z", "The Beginning... At Last" e a inusitada versão de "No More Tears" do Ozzy.

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Gamma Ray - "Powerplant"

E o Gamma Ray lança mais um álbum poderoso. O vocal de Kai Hansen está ótimo, algumas vezes lembra Andi Deris e em outros momentos Rob Halford, mas com sua pegada inconfundível. Ótimas levadas e uma constante variação de ritmos nas músicas fazem com que prenda a atenção do ouvinte e não deixe o álbum entedioso, mesmo se tratando de uma banda de power melódico. 
Destaques para:  "Anywhere in the Galaxy", "Send Me a Sign", "Gardens of the Sinners", "Short As Hell" , "Heavy Metal Universe" e "Armageddon".



Nevermore - "Dreaming Neon Black"

A banda de Seattle, Washington fez um trabalho muito diversificado, com velocidade, peso, temperado com melancolia e baladas crescentes. Jeff Loomis e Tim Calvert mostram solos poderosso e bem construídos. Warrel Dane mostra muita versatilidade, bem como, com vocais que vão desde gritos agressivos ao canto melódico. Um grande álbum de uma banda bem peculiar.

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Testament  - "The Gathering"

"The Gathering" foi um retorno bem-vindo a velha forma. Vemos o Testament incorporando mais de suas raízes no thrash metal, com músicas mais rápidas e alguns solos rasgados. Muitas influências do metal moderno e sulcos de death metal torna as composição muito fortes neste álbum com riffs afiados e focados. Os vocais Chuck Billy também estão melhores. Ele mostra uma gama muito mais e diversidade do que no álbum anterior.

"Q2K" - Queensrÿche

Talvez muitos torçam o nariz para este álbum do Queensrÿche, mas não tem como negar as ótimas músicas que existam nele. Está mais pesado que o anterior "HITNF" mas ainda mantém o direcionamento musical, só que mais pesado e com grandes riffs, como é o caso de "Falling Down", "Secred Ground", "Liquid Sky" e "Breakdown". Destaco também as belíssimas "Beside", "The Ride Side of My Mind" e "Until There Was You".

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