28 de maio de 2013

[Resenha] NANTRA: Vagão ferve com o rock'n roll!

[Resenha] Por Marco Paim / Texto: Calebe De Boni (Dinâmica Comunicação)


O lançamento do CD "Bar Doce Lar", da banda caxiense NANTRA, contagiou o público roqueiro do Vagão Classic na noite deste sábado, dia 25 de maio. No cenário mais adequado para a temática das letras, eles mesclaram canções autorais como "Pedras que Rolam" com tributos às bandas que influenciaram sua trajetória como Matanza e Velhas Virgens. A banda anunciou que nos próximos meses irá gravar seu primeiro vídeo clipe, utilizando a décima faixa do álbum, intitulada Vivo o Rock'n roll.
Cerca de 150 pessoas acompanharam o desempenho da banda que tem os vocais comandados por Izequiel Ferreira. Os guitarristas Mateus Molon e Marcelo Ramos exibiram arranjos do autêntico rock gaúcho. Enquanto, Charles Padilha ditava o ritmo punk da banda na bateria, em conjunto, com o baixista João Molon.

CD BAR DOCE LAR

Os elementos são clássicos: cinco amigos, dez faixas e muito rock’n roll caracterizam o CD "Bar Doce Lar" da caxiense Nantra. A banda, que prioriza o som das guitarras distorcidas e o vocal rasgado, ressalta a influência de Rolling Stones, ACDC, Matanza, Tequila Baby e Velhas Virgens em suas músicas autorais, que apresentam o viés punk do grupo.
Izequiel Ferreira comanda os vocais, Marcelo Filippini Ramos e Mateus Toss Molon as guitarras, João Toss Molon o contrabaixo e Charles Teixeira Padilha a bateria.
As letras da banda, que assumiu o atual nome em 2010, são direcionadas ao público jovem. “ Andava sempre por aí sem rumo, sem religião. A vida toda atrás de alguma diversão” canta Ferreira. O rock do grupo já foi escutado em tradicionais bares gaúchos como o Opinião, de Porto Alegre, e o Vagão, em Caxias do Sul.
O álbum foi contemplado pelo Financiarte, da Prefeitura Municipal de Caxias do Sul. Os instrumentos de corda foram gravados no estúdio Nitro, a bateria e os vocais no Riffs e Tramas. Eder Bergozza foi o responsável pela produção musical e masterização. A mixagem contou com os serviços de Roger Fingle, que também atuou como técnico de estúdio. Carlos Bovo responde pela fotografia do álbum, que priorizou a estética dos tons escuros. Além da Caue Bovo, que dirigiu a parte artística e gráfica do CD.
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