13 de setembro de 2014

DEEP PURPLE - Discografia - Os Melhores e os Piores


O DEEP PURPLE é uma banda de rock pesado, hoje chamado de classic rock, que surgiu em 1968 nos condados de Hertford e Hertfordshire, na  Inglaterra. A característica sonora vem, principalmente nos anos 70, é a fusão do blues com a música clássica, méritos dos lendários RICHIE BLACKMORE (guitarrista) e JON LORD (tecladista), este último, popularizando o uso de órgãns Hammond com distorções, onde jon tocava seus solos como se fosse outra guitarra. Além disso, o PURPLE foi uma fábrica de grandes talentos, revelando ao mundo os vocalistas IAN GILLAN, DAVID COVERDALE e GLENN HUGHES, hoje 3 das maiores voZes do rock em todos os tempos. Isso sem contar a impotância do baixista e produtor ROGER GLOVER e o incrível baterista IAN PAICE, e atualmente o guitar hero STEVE MORSE e o grande tecladista DON AIREY. baixo a discografia da banda por ordem de importância, segundo meu gosto pessoal. Confira:

IMPERDÍVEIS

"Machine Head" - (1972) - nota 10+++  

Preciso dizer alguma coisa deste álbum? Simplesmente perfeito, uma obra prima na história do rock. Aqui temos o DEEP PURPLE em toda a sua plenitude em músicas como "Highway Star", "Pictures of Home", "Space Truckin´" e claro, "Smoke on the Water".

"In Rock" - (1970) - nota 10+++  

Este é o meu favorito na década de 70. É o primeiro registro com IAN GILLAN nos vocais, que surpreendeu o mundo do rock com seu incrível alcance de notas, "Child in Time" não me deixa mentir. Além dela ainda temos encravados os clássicos "Speed King" e "Into the Fire".



"Made in Japan" - (1972) - nota 10+++

Simplesmente considerado o melhor álbum ao vivo de todos os tempos. (Está entre ele e "Live at Leeds" do The Who), este curto show mostra uma banda entrosada, brincando com a arte musical das mais variadas formas possíveis. Temos um GILLAN arrebentando em "Child in Time", improvisos enlouquecedores, duetos de guitarra e voz, JON LORD arrebentando e o clássico solo de bateria do mestre PAICE. Simplesmente perfeito, uma referência.

"Who Do We Think We Are" - (1973) - nota 10+++


O último álbum antes da saída de GILLAN é fenomenal! Ele mantém o clima proposto em "Machine Head" e a performance individual da banda é sensacional. Músicas como a clássica "Woman From Tokyo", a técnica monstruosa de JORN LORD em "Rat Bat Blue", além do blues pesado em "Place in Line" fazem toda a diferença.



"Burn" - (1974) - nota 10+++

Esse álbum marca a virada de 360 graus na carreira do grupo, e toda aquela história de MK. Sai GILLAN e GLOVER e entram os então novatos COVERDALE e HUGHES. E é aqui que começa as suas histórias também. Além da porrada "Burn", temos ainda "Might Just Take Your Life" e a épica "Mistreated"


Perfect Strangers" - (1984) - nota 10++

O retorno de IAN GILLAN. Este disco é particularmente inspirado, mostra uma banda com vontade de "fazer acontecer" novamente. Pena que junto com a empolgação também voltaram as divergências entre GILLAN e BLACKMORE pouco depois. "Perfect Strangers" é a segunda música mais tocada do PURPLE, (perdendo apenas para "Smoke on the Water"). Quem nunca tocou seu místico riff? Além dela, temos ainda a clássica "Knocking at You Back Door" e "Nobody´s Home".
ada mais metal de "Stormbringer". Posso destacar ainda  "Hold On" e a rápida "Lady Double Dealer".

"Purpendicular" - (1996) - nota 10++

Espetacular. Esse álbum traz a energia da renovação. Primeiro com Steve Morse, que substituía o lendário BLACKMORE, traz a banda em uma nova abordagem, onde MORSE insere seu estilo de tocar sem perder a essência do grupo. Pérolas como "Ted the Mechanic", "Losing My Strings", e "Sometimes I Feel Like Scream" comprovam isso.

"Fireball" - (1971) - nota 10+

Considerado o "álbum preferido" de IAN GILLAN, "Fireball" serve de prelúdio ao que veria ser o maior clássico do grupo, (o primeiro ali em cima). A introdução da música "Fireball" é algo descomunal, levando em conta o ano e pelo fato de que, reza a lenda, foi feito com um pedal simples.

"Now What?!" - (2013) - nota 10+

Você pode achar estranho este álbum estar na lista principal. Mas ele merece!! Bem na verdade, depois de "Purpendicular", a banda lançou bons trabalhos, mas "Now What?!" tem uma atmosfera mais nostálgica, resgatando um pouco mais da veia setentista da banda. Músicas como a ótima "Hell to Pay" e a belíssima "All the Time in the World".



"Stormbringer" - (1974) - nota 10

Dando seguimento a esse novo estilo mais hard e pesado do PURPLE, a banda lança mais um grande álbum com o já consagrado dueto vocal Coverdale/Hughes. Apesar de ótimo, ele ficou mais para um registro cool, pois não emplacou grandes hits além da lev




MUITO BONS

"Abandon" (1998) - nota 9,5
"Rupture of the Deep" (2005) - nota 9,5
"Made in Europe" (1975)nota 9,5
"Live At The Olympia" (1996) nota 09
"Total Abandon Live In Australia" (1999) nota 09
"Infinite" (2017) - nota 8,5 - RESENHA
"Come Taste the Band" (1975) - nota 8,5
"The Battle Rages On" (1993) - nota 8,5
"Bananas" (2003) - nota 08

BONS

"The Book of Taliesyn" (1968) - nota 08
"The House of the Blues Light" (1987) - nota 07
"Shades of Deep Purple" (1968) - nota 06
"Deep Purple" (1969)nota 05

CUIDADO

"Slaves and Masters" (1990) - nota 04

ESQUEÇA

Não chegaram a esse ponto ainda.






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