28 de agosto de 2019

DONA IRACEMA - Apresenta seu caatincore desafiador no plural disco "Balbúrdia"

Banda baiana mistura rock/metal com elementos regionais e se posiciona abertamente sobre assuntos polêmicos.


O rock é contestador e transgressor de barreiras. Pode ser o que quiser – vale tudo, quando feito com responsabilidade e compromissado com verdades. Esta pluralidade consciente, sintetizado como caatincore, é o ponto de partida da banda baiana DONA IRACEMA, de Vitória da Conquista, que acaba de lançar o diversificado Balbúrdia. O álbum é um lançamento do selo Orangeira Music e já está disponível nas plataformas de streaming. Ouça: https://sl.onerpm.com/6858403658

A DONA IRACEMA é Balaio (vocal), Diegão Aprígio (vocal e contrabaixo), Anderson Gomes (vocal e guitarra) e Oscar Sampaio (vocal e bateria). Todos os quatro integrantes contribuíram para o surgimento de "Balbúrdia", que nasceu em ideias individuais levadas ao coletivo e que se transformam em música. Trata-se de um álbum milimetricamente planejado, da pré-produção à quantia de faixas para compor. A produção é assinada pelo baiano André T, “um cara que acreditou no nosso trabalho. Apostou na gente”, afirma a DONA IRACEMA

Volta Pra Casa João’ é o primeiro single - e que também ganhou videoclipe -, com participação do icônico baiano Luiz Caldas. A voz e a guitarra são características. “Luiz Caldas agregou a guitarra baiana que é a cara dele e da Bahia, trouxe tempero”, conta o baterista. É uma música que soa antiga e moderna, com a sensibilidade de colocar pessoas da comunidade LGBT+, pois este detalhe dialoga diretamente com a letra da música. 

"Balburdia" já nasce com um recorde mundial: contém a música mais curta do mundo! É ‘Centro do Universo’, um filosófico resumo da existência humana com a mesma força e ferocidade da rápida ‘You Suffer’, do Napalm Death. 

Dona Iracema também faz músicas essencialmente roqueiras: ‘Não vai dar certo’ possui riffs com groove a lá heavy metal, com o típico refrão impactante, para serrar os punhos e cantar junto “Eu Quero é ver mundo cair/Por riba da minha cabeça”. 

Tem ainda a pesadíssima ‘Apocalipse Iracemático’, com participação de Enzo Fernandes (ex-guitarrista da banda): um petardo! Imagine um instrumental que beira o thrash brandando “toquem seus adufes/suas violas batam caxixis/com altiva voz proclamem/bufem, soprem seus clarins”, mas capaz de abrigar um interlúdio com swingueira baiana. 




Fonte: Tedesco Comunicação & Mídia
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