2 de novembro de 2019

BANDO CELTA - Raízes roqueiras estão vivas em pioneiros do Neofolk gaúcho

Bastante conhecido pelos eventos com temática medieval, os gaúchos  não negam suas raízes roqueiras, ainda que sua sonoridade englobe o que atualmente é convencionalmente chamado de “neofolk”. 



Para entender melhor estas raízes, é preciso mergulhar um pouco nas brumas do tempo e viajar até a década de 1980, quando o então guitarrista Renato Zingano Velho integrava um dos pioneiros do som pesado do Vale do Paranhana: Túlipa. Embora a carreira dos jovens músicos tenha sido meteórica naquela década, seu nome está cravado na história do Rock pesado gaúcho, chegando a ganhar destaque no livro “Tá no Sangue! – A História do Rock Pesado Gaúcho”, lançado em 2014.

Após diversos projetos musicais ao longo das décadas, Renato Velho, músico conceituado da região, uniu forças com outros músicos em 2013, mais precisamente no dia se São Patrício. Coordenado por Renato Velho (violão, mandola, banjo e vocais) e Caio Haag (vocal e bodhran), o grupo conta ainda com Leandro Dias (gaita de foles, flautas e percussão) e Christian Feel (violino e eletrônicos). O BANDO CELTA se apresenta com figurino celta estilizado, desenhado por Margarida Rache. Nos roteiros dos shows, além das genuínas músicas celtas mescladas com composições próprias, há versões de músicas brasileiras que dialogam com esse estilo, como Pagode Russo, um clássico da cultura nordestina de Luiz Gonzaga, além de releituras de clássicos do Heavy Metal, como “Hallowed be Thy Name”, do IRON MAIDEN.



Festim Pagão” será o primeiro de dois EPS que o BANDO CELTA planeja lançar, com o intuito de lançar um álbum completo com estas músicas em algum momento no futuro. Renato Velho explica que “nesse primeiro EP gravamos três músicas já conhecidas do público (“Bando Celta e o Festim Pagão”, “O Cão Negro” e “Eu Sou do Folk”) e mais duas instrumentais, um reel (tipo de dança folclórica) e uma polca. Musicalmente o BANDO CELTA focou em registrar execuções espontâneas, valorizando a formação atual para depois acrescentarmos ingredientes extras que fazem parte da nossa concepção e nem sempre podemos experimentar ou oferecer ao público. Então as bases das músicas foram gravadas ao vivo no Estúdio Soma de Porto Alegre, igual como faríamos em um show e depois nós adicionamos banjo, mandola, bouzouki, contra baixo, berimbau de boca e percussões eletrônicas. Tudo isso com a produção coletiva dos integrantes do Bando e o técnico Tiago Becker.”.

Neofolk é um dos desdobramentos da música Folk que surgiu primeiramente na Europa com influencias de músicas pós-industrial. O Neofolk pode ser tido como uma música acústica ou uma mistura de instrumentos acústicos do meio Folk acompanhada por uma variedade de sons como pianos, harpas, violão clássico e elementos da música industrial e experimental.

Acompanhe os lançamentos:

Ouça o single no Deezer:

Ouça o single no Spotify:

Créditos da foto: Gil Caminhante


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