TWILIGHT AURA retoma atividades com nova formação e vídeo de “Watching the Sky”

Liderada por Andre Linhares Bastos, guitarrista da primeira formação do ANGRA, a banda lança o single “Watching the Sky”, estreando a vocalista Daísa Munhoz.




Após 28 anos desde sua formação, a banda paulistana TWILIGHT AURA (conhecida antigamente como ‘Twilight’) está retomando atividades em 2021. E com várias novidades! A primeira delas diz respeito ao line-up. Comandado pelo guitarrista Andre Linhares Bastos (ex-Angra e Skyscraper), e mantendo o time de 1995 à ’97, com Rodolfo Elsas (guitarra), Filipe Guerra (baixo, ex-Skyscraper, Wizards, Preacher e Revenge), Leo Loebenberg (teclados, Das Fossem) e Claudio Reis (bateria), a TWILIGHT AURA apresenta como vocalista a experiente Daísa Munhoz, conhecida mundialmente por seus trabalhos com a SOULSPELL e VANDROYA. A segunda novidade é que a banda está lançando seu primeiro vídeo para a música “Watching the Sky”, com a direção e edição de Anderson Bellini, diretor do documentário “Andre Matos – Maestro do Rock”.

Assista “Watching the Sky”: https://youtu.be/AkIZZLEuS34

Andre Bastos comentou:
“Desde muito tempo, tenho curtido várias bandas de Power Metal que têm vozes femininas. Sou bastante fã de diversas dessas cantoras. Uma das minhas bandas favoritas é a Vandroya, que tem Daísa Munhoz como vocalista. Também gosto demais do trabalho dela na Soulspell. Quando eu estava conversando com o Tito Falaschi sobre os planos de gravação, analisamos as linhas vocais e ele disse que uma voz feminina se encaixaria melhor nessas músicas. Concordei 100%. Ele sugeriu convidar a Daísa e eu disse que seria um sonho se ela topasse. Uma vez que ele já havia trabalhado com ela, ele poderia fazer a ponte e estender o nosso convite para que ela fosse a voz do nosso álbum de estreia. Eu trouxe a ideia à banda e mostrei os trabalhos da Daísa. Todos ficaram boquiabertos e compraram a ideia imediatamente!”

Daísa Munhoz conta como juntou-se à banda:
“Esse convite chegou através de Tito Falaschi, que já havia me produzido em diversas gravações e com quem eu sempre amei trabalhar. Ele, então, me colocou em contato com Andre Bastos para uma reunião, onde Andre me contou sobre a história e a importância da gravação deste novo álbum, uma verdadeira celebração por tantos anos lindos da trajetória da Twilight Aura. De cara já me senti em casa, descobrindo que Andre e eu temos muitas coisas em comum. Eu me apaixonei pelas músicas, pelas temáticas das letras; uma identificação imediata aconteceu ali. Para mim, é uma honra muito grande poder ser a voz que vai contar essa jornada tão bonita de uma banda com mais de 27 anos de história”
O primeiro single:

Como antecipado por Andre, o sexteto está preparando seu primeiro álbum. O trabalho, que será lançado ainda este ano, conta com produção, gravação, mixagem e masterização de Tito Falaschi e consultoria técnica e artística de Rafael Bittencourt (Angra). E para dar um gostinho do que está por vir, a TWILIGHT AURA acaba de lançar o single “Watching the Sky”.

Ouça:

Composta originalmente em 1992, “Watching the Sky” ganhou novo refrão em 1996 e foi mantido na nova gravação. “A escolha dessa música se deu pelos seguintes fatores: é uma música de refrão forte, uma levada não muito rápida e com o equilíbrio adequado entre peso e melodia. A letra encara de maneira positiva o momento em que temos que resolver problemas e estamos à procura de respostas. Se pararmos e observarmos o céu, muitas vezes podemos alcançar um estado de equilíbrio que nos ajuda a encontrar a tão esperada resposta”, explica Bastos.

O sentimento de nostalgia permeia em todos da banda

O baixista Filipe Guerra comenta: “o desafio técnico de regravar essas músicas depois de 27 anos é algo muito agradável, pois as ideias foram repensadas a partir da maturidade musical hoje em dia”.

Rodolfo Elsas acrescenta: “Depois de mais de 25 anos sem chegar perto de uma guitarra, regravar essas músicas foi uma verdadeira viagem no tempo!

O baterista Claudio Reis continua: “Regravar essas músicas, que a gente curtiu muito a vida toda, com a tecnologia de hoje, tem sido a realização de um sonho

E o tecladista Leo Loebenberg complementa: “Bem legal trazer esses sons de volta e gosto bastante da idéia de podermos adaptar os arranjos para o ‘agora’”.

CONHEÇA MAIS SOBRE A TWILIGHT AURA

Anteriormente intitulada Twilight, o grupo tem um motivo lógico para a mudança de nome. “Infelizmente, a banda não registrou o nome lá nos anos 1990 e hoje essa ‘marca’ tem outros donos. Para não fugir muito do nome original, colocamos apenas uma palavra a mais: curta, de fácil pronúncia, e que combina bem com “Twilight” – além de esteticamente ser eficiente, uma vez que TwilighT e AurA começam e terminam com a mesma letra.”, revelou Andre Bastos.

Em 1991, depois de receber um convite feito pelo mencionado Rafael Bittencourt para se juntar à sua nova banda, Bastos deixou a Skyscraper (onde tocava com o guitarrista Marcos “Naza” Nazareth e o vocalista Ricardo Rosa). No entanto, sua estadia no que viria a ser o Angra foi curta. Após sua saída, Bastos integrou por alguns meses a banda do ABC paulista Revenge, onde conheceu o baixista Filipe Guerra, bem como a Chonps, onde também tocava o baterista Claudio Reis.

No segundo semestre de 1993, Andre foi convidado para tocar em um show no lendário bar Black Jack, em Santo Amaro (SP). Então ele chamou seus amigos e ex-colegas de banda, Naza, Ricardo, Filipe e Claudio, e em setembro daquele mesmo ano nascia a Twilight. Em seu primeiro show, a banda tocou covers de Iron Maiden, Gamma Ray e outros, além de apresentar suas primeiras composições.

Após essa primeira apresentação, Andre, Claudio e Filipe continuaram com a banda e a eles se juntaram Luigi Pilosio (Preacher) na guitarra, Sandra Reis nos teclados e Tomas Kenedi no vocal. Com essa formação a primeira e única demo tape entitulada “Dawn” foi gravada no estúdio Creative Sound por Phil Colodetti.

Posteriormente, Rodolfo Elsas substituiu Luigi na guitarra e foi também quando Leo Loebenberg (Das Fossem) assumiu os teclados. Essa foi a última formação que durou até 1997, quando a banda fez seu último show no lendário pub paulista Black Jack. Pouco tempo depois, a banda teve que dar um tempo que extendeu-se por muitos anos até que, em 2020, mesmo com os integrantes espalhados em quatro continentes diferentes, resolveram conectar-se novamente e colocar em prática o projeto de gravar um CD com as músicas que a banda produziu entre 1993 e 1995.

A bordo do projeto estão o baterista Claudio Reis e o baixista Filipe Guerra, bem como Rodoldo Elsas e Andre Linhares Bastos nas guitarras e Leo Loebenberg nos teclados. Daísa Munhoz (Vandroya, SoulSpell) foi convidada para os vocais e aceitou prontamente. O plano é que todos os que passaram pela banda, bem como vários convidados especiais e amigos possam, de alguma forma, participar desse lançamento, previsto para o segundo semestre de 2021.

Mais informações:

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